PAINEL “CENTRO DOM VITAL E O APOSTOLADO LEIGO NA APOSTOLICAM ACTUOSITATEM”

Queridos amigos, o CDV tem a honra e a alegria de convidá-los para o Painel “Centro Dom Vital e o Apostolado Leigo na Apostolicam Actuositatem” que será ministrado por nosso Presidente, Prof. Dr. Carlos Frederico Gurgel Calvet da Silveira e Diretores do CDV na segunda-feira 13/03 das 18h30 às 19h30.

O evento é gratuito, sem necessidade de inscrição, basta comparecer à nossa sede: Rua Araújo PortoAlegre, 70 – Sala 111 – Centro – RJ (esquina com Rua México, próximo à estação Cinelândia do Metrô). Certificados serão emitidos. Agradecemos imensamente a gentileza de divulgarem junto aos seus familiares, amigos e instituições que frequentam, por favor.

“Os nossos tempos, porém, não exigem um menor zelo dos leigos; mais ainda, as condições atuais exigem deles absolutamente um apostolado cada vez mais intenso e mais universal. Com efeito, o aumento crescente da população, o progresso da ciência e da técnica, as relações mais estreitas entre os homens, não só dilataram imenso os campos do apostolado dos leigos, em grande parte acessíveis só a eles, mas também suscitaram novos problemas que reclamam a sua atenção interessada e o seu esforço”. (Apostolicam Actuositatem 1)

“A todos os fiéis incumbe, portanto, o glorioso encargo de trabalhar para que a mensagem divina da salvação seja conhecida e recebida por todos os homens em toda a terra.
O Espírito Santo – que opera a santificação do Povo de Deus por meio do ministério e dos sacramentos – concede também aos fiéis, para exercerem este apostolado, dons particulares (cfr. 1 Cor 12, 7), «distribuindo-os por cada um conforme lhe apraz» (1 Cor 12, 11), a fim de que «cada um ponha ao serviço dos outros a graça que recebeu» e todos atuem, «como bons administradores da multiforme graça de Deus» (1 Pd 4,10), para a edificação, no amor, do corpo todo (cfr. Ef 4,1). A recepção destes carismas, mesmo dos mais simples, confere a cada um dos fiéis o direito e o dever de os atuar na Igreja e no mundo, para bem dos homens e edificação da Igreja, na liberdade do Espírito Santo, que «sopra onde quer» (Jo 3, 8) e, simultaneamente, em comunhão com os outros irmãos em Cristo, sobretudo com os próprios pastores; a estes compete julgar da sua autenticidade e exercício ordenado, não de modo a apagarem o Espírito, mas para que tudo apreciem e retenham o que é bom (cfr. 1 Ts 5,12.19.21)”. (Apostolicam Actuositatem 3)

 

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